Trailer no título ;)
A Partida – Yojiro Takita

“Daigo Kobayashi é um jovem casado que acabou de ser dispensado da orquestra na qual tocava violoncelo. De repente, vagando pelas ruas sem emprego ou mesmo esperanças em relação à carreira, Daigo decide voltar para sua cidade natal na companhia da esposa. Lá, o único trabalho imediato que lhe aparece é como “nokanshi”, uma espécie de coveiro especial responsável pela cerimônia de lavagem e vestimenta dos mortos antes que suas almas caminhem para o outro mundo. Daigo comporta-se com seriedade, algo como um burocrata, um porteiro entre o céu e a terra. Ocorre que seu trabalho é simplesmente desprezado pela esposa de Daigo e por todos ao seu redor. Mas é através da morte que ele finalmente compreende o sentido da vida.”
Lindo, delicado, belo e emocionante. Chorei muito, muito mesmo…quase soluçando de tão lindo. Hahaha. O jeito como os japoneses se despedem das pessoas queridas é muito bonito e a história em si é ótima.
O fabuloso destino de Amelie Poulain – Jean-Pierre Jeunet

“Após deixar a vida de subúrbio que levava com a família, a inocente Amélie (Audrey Tautou) muda-se para o bairro parisiense de Montmartre, onde começa a trabalhar como garçonete. Certo dia encontra uma caixa escondida no banheiro de sua casa e, pensando que pertencesse ao antigo morador, decide procurá-lo e é assim que encontra Dominique (Maurice Bénichou). Ao ver que ele chora de alegria ao reaver o seu objeto, a moça fica impressionada e adquire uma nova visão do mundo. Então, a partir de pequenos gestos, ela passa a ajudar as pessoas que a rodeiam, vendo nisto um novo sentido para sua existência. Contudo, ainda sente falta de um grande amor.”
Sim, eu devo ser a última pessoa no planeta que assistiu esse filme AGORA. Sempre tive um pouco de preguiça de assistir, não me perguntem o porque. Sei lá, tem filmes melhoeres hahah (lá vem as amelinhas me xingar). Não que eu achei ruim, pelo contrário…achei super fofinho, gracinha bem o que a Hebe falaria. E eu gosto desses filminhos encantadores sim, ainda mais francês que sempre me dá vontade de fazer aula. E principalmente: deu vontade quebrar a casquinha do creme brûlée. hahahah.
Cópia Fiel – Abbas Kiarostami

“É a história do encontro entre um homem e uma mulher, numa aldeia italiana no Sul da Toscana. O homem é um escritor inglês que vem dar uma conferência; a mulher, uma galerista francesa. É uma história universal que poderia acontecer a qualquer um e em qualquer lugar.”
106 minutos de DR. Assim, nem eu tenho isso tudo…. hahahah. É um filme cansativo, mas bem interessante! Adoro a Juliette Binoche, essa linda! E adoro esse jeito que eles conversam… em inglês, francês e italiano. “Ma-Ma-Marie!” :)
Mister Lonely – Harmony Korine

“Um sósia de Michael Jackson é convidado por uma sósia de Marilyn Monroe, nas ruas de Paris, para integrar uma comunidade na Escócia composta apenas por outros sósias de celebridades famosas. Relutante e solitário, Michael Jackson acaba aceitando. Lá Michael se torna um bom amigo de James Dean, Madonna, Charles Chaplin, Elizabeth II, Abraham Lincoln, o Papa, Chapeuzinho Vermelho e… por aí vai.”
Que filme lindo! :) Sei lá, geralmente eu demoro pra absorver os filmes, e esse foi um deles. Aquele tipo de filme que você assiste, fica boquiaberta e sem fala e precisa digerir só pra falar: “pqp, que filme lindo!”. E é exatamente o que eu li: “soa como um vazio muito cheio.” suspirei e quero ver de novo. E a parte das freiras no céu….. uau.
The dark side of the Rainbow – King Vidor, Mervyn LeRoy, Richard Thorpe, Victor Fleming

“Dark Side of the Rainbow é o nome dado ao efeito criado ao tocar o álbum conceitual do Pink Floyd The Dark Side of the Moon de 1973 simultaneamente com o filme de 1939 O Mágico de Oz. O efeito consiste no fato de que há diversos momentos em que uma obra corresponde a outra, seja por parte das letras das músicas ou pela sincronia áudio-visual. O nome do efeito vem da combinação do título do disco (The Dark Side of the Moon seria O Lado Sombrio da Lua, uma metáfora para ilustrar os conceitos de lado negativo da mente e da vida) e da icônica canção do filme Over the Rainbow (Além do Arco-Irís).”
Assisti esse filme, “Mister Lonely” e “Fred e Ginger” (que não coloquei na lista porque eu simplesmente dormi. Foi mal ae Fellini, eu tentei) na Virada Cultural, foi tipo o noitão Belas Artes (aii chorei) mas no Cinesesc. Esse filme lotou, tinha até fila lá fora… tudo pra ver se a lenda estava certa. O filme começou bem legal…e acho que as primeiras cenas se encaixam muito bem com o disco… por exemplo, a cena em que ela está dentro do tornado com a música “wright” é simplesmente maravilhoso! E quando ela entra no mundo do mágico de Oz (quando a cena pela 1a vez se torna colorida) e começa a tocar “money”. bem foda, vale assistir esse pedaço. É incrível a sintonia do filme com a música… eu assisto várias vezes e toda vez falo “pqp!!!! sensacional!” Mas aí depois que começa a tocar novamente o disco…não acho que fica mais tão interessante… sem contar que não assisti a esse filme, né, e não tinha legenda…aí boiei um pouco. Quer dizer, qualé que era a da bruxa Baratuxa? hahaha.
Primavera, Verão, Outono, Inverno e Primavera – Ki-duk Kim

“Ninguém é indiferente ao poder das quatro estações e de seu ciclo anual de nascimento, crescimento e declínio. Nem mesmo os dois monges que compartilham a solidão, em um lago rodeado por montanhas. Assim como as estações, cada aspecto de suas vidas é introduzido com uma intensidade que conduz ambos a uma grande espiritualidade e a tragédia. Eles também estão impossibilitados de escapar da roda da vida, dos desejos, sofrimentos e paixões que cercam cada um de nós. Sobre os olhos atentos do velho monge vemos a experiência da perda da inocência do jovem monge, o despertar para o amor quando uma mulher entra em sua vida, o poder letal do ciúme e da obsessão, o preço do perdão, o esclarecimento das experiências. Assim como as estações vão continuar mudando até o final dos tempos, na indecisão entre o agora e o eterno, a solidão será sempre uma casa para o espírito.”
Confesso que achei que não ia aguentar esse filme, sabe aqueles poéticos, quase sem fala nenhuma? Então, esse é um deles. Mas além de ser um triste lindo, é encantador. Aquele tipo de silêncio que diz tudo. Simplesmente não consegui parar de assistir.









Só coisa boa pra ler :)

